quinta-feira, julho 26, 2012
quinta-feira, julho 19, 2012
Novas Constelações Familiares
Este vídeo mostra um pouco sobre a abordagem fenomenológica da Constelação Familiar, assista e veja como é sua ação neste trabalho terapêutico.
Família
Ter uma família feliz é o sonho da maioria das pessoas, mas o que é ter uma família feliz?
Para que a família viva plenamente a "felicidade" é necessário que cada membro que constitui deve ocupar com amor e respeito seu lugar e respeitar os demais.
Quando não se respeita estes lugares a família muitas vezes entra em desequilíbrio. E isso causa grandes conflitos nos relacionamentos familiares.
Que lugar você ocupa na família? Como se sente neste lugar? Gostaria de ocupar outro lugar onde se sentiria melhor?
São pontos importantes para nossa reflexão pessoal e familiar.
terça-feira, julho 17, 2012
Auto estima
COMO APRENDER A GOSTAR DE SI MESMO
A IMPORTÂNCIA DA AUTO-ESTIMA
A forma como nos sentimos
acerca de nós mesmos é algo que afeta crucialmente todos os aspectos da nossa
experiência, desde a maneira como agimos no trabalho, no amor e no sexo, até o
modo como atuamos como pais, e até aonde provavelmente subiremos na vida.
Nossas reações aos acontecimentos do cotidiano são determinadas por quem e pelo
que pensamos que somos. Os dramas da nossa vida são reflexos das visões mais
íntimas que temos de nós mesmos. Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso
ou para o fracasso. É também a chave para entendermos a nós mesmos e aos
outros.
Além de problemas
biológicos, não consigo pensar em uma única dificuldade psicológica – da
ansiedade e depressão ao medo da intimidade ou do sucesso, ao abuso de álcool
ou drogas, às deficiências na escola ou no trabalho, ao espancamento de
companheiros e filhos, às disfunções sexuais ou à imaturidade emocional, ao
suicídio ou aos crimes violentos – que não esteja relacionada com uma
auto-estima negativa. De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão
importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. A auto-estima positiva é
requisito importante para uma vida satisfatória.
Vamos entender o que é
auto-estima. Ela tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o
sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a soma da
autoconfiança com o auto-respeito. Ela reflete o julgamento implícito da nossa
capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas) e
o direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios interesses e
necessidades).
Ter uma auto-estima elevada
é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no
sentido que acabamos de citar. Ter uma auto-estima baixa é sentir-se inadequado
à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas ERRADO COMO PESSOA. Ter
uma auto-estima média é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo
ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento – às
vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo – reforçando, portanto, a
incerteza.
A capacidade de desenvolver
uma autoconfiança e um auto-respeito saudáveis é inerente à nossa natureza,
pois a capacidade de pensar é a fonte básica da nossa competência, e o fato de
que estamos vivos é a fonte básica do nosso direito de lutar pela felicidade.
Idealmente falando, todos deveriam desfrutar um alto nível de auto-estima,
vivenciando tanto a autoconfiança intelectual como a forte sensação de que a
felicidade é adequada. Entretanto, infelizmente, uma grande quantidade de
pessoas não se sente assim. Muitas sofrem de sentimentos de inadequação,
insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida – um
sentimento vago de “eu não sou suficiente”. Esses sentimentos nem sempre são
reconhecidos e confirmados de imediato, mas eles existem.
No processo de crescimento
e no processo de vivenciar esse crescimento, é muito fácil que nos alienemos do
auto-conceito positivo (ou que nunca formemos um). Poderemos nunca chegar a uma
visão feliz de nós mesmos devido a informações negativas vindas dos outros, ou
porque falhamos em nossa própria honestidade, integridade, responsabilidade e
auto-afirmação, ou porque julgamos nossas próprias ações com uma compreensão e
uma compaixão inadequada. Entretanto, a auto-estima é sempre uma questão de
grau. Não conheço ninguém que seja totalmente carente de auto-estima positiva,
nem que seja incapaz de desenvolver auto-estima. Desenvolver a auto-estima é
desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da
felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa
vontade e otimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmo-nos
realizados. Desenvolver a auto-estima é expandir nossa capacidade de ser feliz.
Se entendermos isso,
poderemos compreender o fato de que para todos é vantajoso cultivar a
auto-estima. Não é necessário que nos odiemos antes de aprender a nos amar
mais; não é preciso nos sentir inferiores para que queiramos sentir mais
confiantes. Não temos que sentir miseráveis para querer expandir nossa
capacidade de alegria.
Quanto maior a nossa
auto-estima, mais bem equipados estaremos para lidar com as adversidades da
vida; quanto mais flexíveis formos, mais resistiremos à pressão de sucumbir ao
desespero ou à derrota. Quanto maior a nossa auto-estima, maior a probabilidade
de sermos criativos em nosso trabalho, ou seja, maior a probabilidade de
obtermos sucesso. Quanto maior a nossa auto-estima, mais ambiciosos tenderemos
a ser, não necessariamente na carreira ou em assuntos financeiros, mas em
termos das experiências que esperamos vivenciar de maneira emocional, criativa
ou espiritual.
Quanto maior a nossa
auto-estima, maiores serão as nossas possibilidades de manter relações
saudáveis, em vez de destrutivas, pois, assim como o amor atrai o amor, a saúde
atrai a saúde, e a vitalidade e a comunicabilidade atraem mais do que o vazio e
o oportunismo.
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